SUBINDO
Já peguei muitos elevadores na vida. Mas sempre acompanhado. Desde o dia em que fiquei preso num deles, nunca mais confiei nessa máquina. Vejo as pessoas entrando nesse claustro móvel como se fosse a coisa mais normal do mundo. Mas não é! Os elevadores têm personalidade, têm raiva, têm vontade própria. E com certeza têm alguma coisa contra você. Esperam que ganhe confiança e quando isso acontece, travam. E é sempre num andar de onde ninguém vai te ouvir, numa hora em que ninguém vai estar e, de preferência na véspera de um feriado. Não é o destino nem azar nem sorte. É o dia que o elevador escolheu para torturá-lo. Hoje mesmo esses elevadores com interfone me parecem suspeitos. Nunca sei se o interfone funciona. Nunca sei se vão atender e ainda que atenderem, não vão poder fazer nada. Porque o cara lá embaixo é zelador e não técnico. Por isso o único elevador que pego sozinho é o panorâmico. Porque se ficar preso lá dentro, faço gestos, choro, chuto a porta, escrevo no vidro com saliva se precisar e alguém vai acabar vendo que estou preso. Fora isso não confio em elevadores. Já suspeitava de que fossem entidades com vida própria, mas ao ler uma reportagem do Washington Poost tive certeza. Falava ali de um elevador em Memphis,m EUA, que depois de chegar ao último andar do prédio, continuou subindo e rompeu a cobertura. Em seguida, entrou em órbita como um foguete, carregando para o espaço Pamela Oldsmobile, que estava no elevador com seu bebê. O ocorrido ficou cionhecido como o caso do elevador sem destino. Mas teve pouco espaço na mídia ( você por exemplo não conhecia essa história) , já que o fato podia gerar um pânico em todo o mundo, fazendo com que as pessoas abandonassem os elevadores. Mas o fato é que desde 1984, quando o elevador sem destino rompeu a lage do edifícil Palmsborn, ninguém mais falou nisso ou ouviu algo do tipo. Mas se eu fosse você, ficaria atento no seu prédio. Se ao entrar no elevador, você perceber que a porta não fecha, que ele não responde aos comandos, saia depressa. Esses avisos são o sinal que de você pode fazer uma viagem sem volta para um lugar ignorado. E o elevador, num acesso de bondade está dando a você a última chance de se arrepender.
Já peguei muitos elevadores na vida. Mas sempre acompanhado. Desde o dia em que fiquei preso num deles, nunca mais confiei nessa máquina. Vejo as pessoas entrando nesse claustro móvel como se fosse a coisa mais normal do mundo. Mas não é! Os elevadores têm personalidade, têm raiva, têm vontade própria. E com certeza têm alguma coisa contra você. Esperam que ganhe confiança e quando isso acontece, travam. E é sempre num andar de onde ninguém vai te ouvir, numa hora em que ninguém vai estar e, de preferência na véspera de um feriado. Não é o destino nem azar nem sorte. É o dia que o elevador escolheu para torturá-lo. Hoje mesmo esses elevadores com interfone me parecem suspeitos. Nunca sei se o interfone funciona. Nunca sei se vão atender e ainda que atenderem, não vão poder fazer nada. Porque o cara lá embaixo é zelador e não técnico. Por isso o único elevador que pego sozinho é o panorâmico. Porque se ficar preso lá dentro, faço gestos, choro, chuto a porta, escrevo no vidro com saliva se precisar e alguém vai acabar vendo que estou preso. Fora isso não confio em elevadores. Já suspeitava de que fossem entidades com vida própria, mas ao ler uma reportagem do Washington Poost tive certeza. Falava ali de um elevador em Memphis,m EUA, que depois de chegar ao último andar do prédio, continuou subindo e rompeu a cobertura. Em seguida, entrou em órbita como um foguete, carregando para o espaço Pamela Oldsmobile, que estava no elevador com seu bebê. O ocorrido ficou cionhecido como o caso do elevador sem destino. Mas teve pouco espaço na mídia ( você por exemplo não conhecia essa história) , já que o fato podia gerar um pânico em todo o mundo, fazendo com que as pessoas abandonassem os elevadores. Mas o fato é que desde 1984, quando o elevador sem destino rompeu a lage do edifícil Palmsborn, ninguém mais falou nisso ou ouviu algo do tipo. Mas se eu fosse você, ficaria atento no seu prédio. Se ao entrar no elevador, você perceber que a porta não fecha, que ele não responde aos comandos, saia depressa. Esses avisos são o sinal que de você pode fazer uma viagem sem volta para um lugar ignorado. E o elevador, num acesso de bondade está dando a você a última chance de se arrepender.

1 Comments:
meoo. mtoo tri teus posts . parabéns (y)(:
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